22/09/2016

Violência contra as mulheres

27/03/2014 15h38 - Atualizado em 04/04/2014 17h13

Para 58,5%, comportamento feminino influencia estupros, diz pesquisa

Ipea divulgou estudo 'Tolerância social à violência contra as mulheres'.
Instituto ouviu 3.810 pessoas em 212 cidades entre maio e junho de 2013.

Filipe MatosoDo G1, em Brasília
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo, mostra que 58,5% dos entrevistados concordam totalmente (35,3%) ou parcialmente (23,2%) com a frase "Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros". Segundo o levantamento, 37,9% discordam totalmente (30,3%) ou parcialmente (7,6%) da afirmação – 3,6% se dizem neutros em relação à questão.
O estudo também demonstra que 26% concordam inteiramente (13,2%) ou parcialmente (12,8%) com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas", enquanto 58,4% discordam totalmente, 11,6% discordam parcialmente e 3,4% se declaram neutros.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem reproduziu informação transmitida pelo Ipea, segundo a qual 65,1% concordavam inteiramente ou parcialmente com a afirmação "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas". Oito dias depois, o instituto afirmou que o percentual correto é 26%. A informação foi corrigida em 4 de abril.)
A pesquisa ouviu 3.810 pessoas entre maio e junho do ano passado em 212 cidades. Do total de entrevistados, 66,5% são mulheres. A assessoria do Ipea não informou qual o percentual de homens e de mulheres que opinaram especificamente em relação à questão do comportamento feminino.
Por trás da afirmação ['Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros'], está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais."
Trecho do estudo "Tolerância social à violência contra as mulheres', do Ipea
No documento sobre a pesquisa, intitulado "Tolerância social à violência contra as mulheres", que também avaliou opiniões sobre violência e homossexualidade, o órgão afirma que "por trás da afirmação [referente ao estupro], está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais". Na avaliação do instituto, a violência "parece surgir" a partir dessa ideia.
Os entrevistados foram questionados com base em afirmações pré-formuladas pelo instituto, com as quais diziam se concordavam totalmente ou parcialmente, se discordavam totalmente ou parcialmente ou se tinham uma posição de neutralidade em relação ao assunto.

Veja abaixo algumas das principais afirmações sobre violência contra a mulher formuladas pelo Ipea para a pesquisa e os resultados das respostas:

"Homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia"
78,1% concordam totalmente
13,3% concordam parcialmente
5% discordam totalmente
2% discordam parcialmente
1,6% se dizem neutros em relação à afirmação

"Dá para entender que um homem que cresceu em uma família violenta agrida sua mulher"
18,1% concordam totalmente
15,8% concordam parcialmente
54,4% discordam totalmente
9,3% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação
"A questão da violência contra as mulheres recebe mais importância do que merece"
10,5% concordam totalmente
11,9% concordam parcialmente
56,9% discordam totalmente
16,2% discordam parcialmente
4,5% se dizem neutros em relação à afirmação

"Casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família"
33,3% concordam totalmente
29,7% concordam parcialmente
25,2% discordam totalmente
9,3% discordam parcialmente
2,5% se dizem neutros em relação à afirmação

"Quando há violência, os casais devem se separar"
61,7% concordam totalmente
23,3% concordam parcialmente
8,8% discordam totalmente
3,8% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação

"A mulher que apanha em casa deve ficar quieta para não prejudicar os filhos"
7% concordam totalmente
8,5% concordam parcialmente
69,8% discordam totalmente
12,3% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação.

"Um homem pode xingar e gritar com sua própria mulher"
3,9% concordam totalmente
4,9% concordam parcialmente
76,4% discordam totalmente
12,8% discordam parcialmente
2% se dizem neutros em relação à afirmação








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Constitui importante desafio reduzir os casos de violência contra as mulheres. (...) Uma das formas de se alcançar a diminuição deste fenômeno, além da garantia de punição para os agressores, é a educação. Transformar a cultura machista que permite que mulheres sejam mortas por romperem relacionamentos amorosos, ou que sejam espancadas por não satisfazerem seus maridos ou simplesmente por trabalharem fora de casa é o maior desafio atualmente."


Trecho do estudo "Tolerância social à violência contra as mulheres', do Ipea


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29/07/2016

Praça da Ciência


A Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas iniciou as obras de construção da Praça da Ciência que ficará implantada no largo da Praça da Prefeitura, na região do encontro da Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Avenida Marechal Castelo Branco. O município está construindo 15 praças em todo município e a Praça da Ciência no centro da cidade é objetivando estimular a construção de uma cultura científica desde a infância.cienciad1
Com a Praça da Ciência os estudantes contarão com experimentos lúdico-científicos, como conchas acústicas, bicicleta geradora, harpa de tubos, alavanca, cadeira giratória, balanços de comprimentos diferentes e basquete giratório para aprender na prática o que é ensinado nas aulas de ciência. A iniciativa é da Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas em parceria com o Governo do Estado, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia e, o projeto está inserido no Programa Educar para Transformar, um Pacto pela Educação.

Resultado de imagem para praça da ciencia Imagem Ilustrativa


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25/07/2016

Volta às Aulas!






Volta às Aulas


Alunos e alunas da rede pública municipal de ensino de Teixeira de Freitas, retomam  rotina de estudo a partir desta segunda-feira, 25 de julho de 2016.

As férias foram maravilhosas, mas as tardes de brincadeira e horários flexíveis estão com os dias contados. Isso porque os pais devem preparar os filhos para o retorno à escola de forma gradual e com certa antecedência.
Segundo especialistas, nesse período é importante restabelecer a rotina para que a criança comece o ano adaptada aos horários das atividades escolares.
Em algumas famílias, há uma grande flexibilidade quanto ao tempo de uso do tablet ou da televisão, horário de dormir e de tomar banho, entre outras coisas. Por isso, nesses dias, é preciso retomar as regras e os combinados.
Em todo processo educacional é fundamental o acompanhamento e a participação da família. Essas ações e atitudes apenas fortalecem a educação dos pequenos e contribuem para facilitar a aprendizagem dos mesmos, além de colaborar no trabalho dos professores.

"O aluno é como uma pequena semente que deve ser plantada e cuidada para germinar e dar bons frutos. O professor é como o agricultor que vê na semente a esperança que proverá as necessidades da sociedade." (Luis Alves)

BOM RETORNO!!!

22/07/2016

Escolas sem partido


ESPECIALISTAS DESCONSTROEM OS 05 PRINCIPAIS ARGUMENTOS DO ESCOLA SEM PARTIDO

Cartaz afixado atrás de uma grade que diz "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo"



Especialistas consideram as propostas do movimento ‪#‎EscolaSemPartido‬como absurdas do ponto de vista educativo, inconstitucional do ponto de vista jurídico, e uma forma de censurar professores que seriam proibidos de expressarem seus pontos de vista ou interpretações em sala de aula.

Veja mais em: http://www.ebc.com.br/educacao/2016/07/o-que-e-o-escola-sem-partido
                       http://educacaointegral.org.br/noticias/especialistas-desconstroem-os-5-principais-argumentos-escola-sem-partido/


Boa leitura!

10/07/2016

Férias escolares



Férias escolares não precisam ser uma tortura para pais e nem entediante para os filhos
Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Há cerca de três gerações, a participação feminina no mercado de trabalho não era tão maciça. As mulheres ficavam mais tempo em casa, o que permitia que as férias escolares transcorressem sem atropelos, mesmo sem nenhuma viagem na programação. Havia, ainda, mais segurança para deixar as crianças se divertirem na rua. Hoje, com pai e mãe trabalhando, é difícil lidar com mais de dois meses sem aulas por ano, ainda mais quando os pais não conseguem conciliar as duas agendas profissionais. Onde deixar as crianças? Há programação extra na escola? Ela é suficiente para entretê-los? Será que a avó, que já quebrou tantos galhos, vai reclamar dessa vez?
O estilo de vida dos casais mudou e o recesso escolar se transformou em um grande problema. UOL Comportamento conversou com especialistas e ouviu várias mães –afinal, boa parte das decisões ou perrengues que envolvem os filhos costumam ser da alçada feminina, pois elas ainda são as mais envolvidas nessas tarefas– para propor algumas soluções pertinentes, principalmente para quem vive nas grandes cidades.
Antes de adotar qualquer medida, porém, a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do setor de gerenciamento de estresse e qualidade de vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), afirma que é fundamental partilhar os planos com as crianças, para que elas também possam planejar as próprias férias.
"O ideal é encontrar uma alternativa que satisfaça todo mundo, não só os pais. A criança também deve ficar feliz, assim como a rotina de um possível cuidador não deve sofrer maiores contratempos", afirma.
A psicóloga diz, ainda, que, seja qual for a solução, também é importante deixar claro para os filhos que os pais gostariam de estar por perto, mas que precisam trabalhar para proporcionar-lhes mais conforto e porque sua carreira lhe traz satisfação.
"Aproveite esse momento para estimular a autonomia deles. Telefone durante o dia para saber como vão as coisas, mas não de maneira obsessiva, e, sobretudo, não se culpe. Tente compensar com qualidade de tempo ou com um passeio especial no fim de semana", declara Denise.

05/07/2016

A participação das mulheres nos espaços de poder e tomada de decisão



Em escala global, regional e local, a liderança das mulheres e sua participação política estão comprometidas. As mulheres estão sub-representadas como eleitoras e em posições de liderança , seja em cargos eletivos , de serviços públicos, no setor privado ou na academia. Isso ocorre apesar de suas habilidades comprovadas como líderes e agentes de mudança, e de seu direito de participar igualmente na governança democrática.    
As mulheres enfrentam dois tipos de obstáculos à participação na vida política. Os obstáculos estruturais, por meio de leis e instituições discriminatórias, ainda limitam as opções das mulheres de votar ou concorrer a um cargo. Em linhas gerais, o imaginário determina lacunas de capacidade que significam que as mulheres são menos prováveis ​​do que homens de ter a educação, os contatos e os recursos necessários para se tornarem líderes eficazes. 
Como destaca a Resolução de 2011 sobre participação política das mulheres da Assembleia Geral da ONU, “mulheres em todas as partes do mundo continuam a ser marginalizadas na esfera política, muitas vezes como resultado de leis discriminatórias, práticas, atitudes e estereótipos de gênero, baixos níveis de educação, falta de acesso à saúde e também pelo efeito desproporcional da pobreza nas mulheres ” .
Individualmente, algumas mulheres têm superado esses obstáculos com grande sucesso, e muitas vezes para o benefício da sociedade em geral. Entretanto, para as mulheres como um todo, o acesso à liderança e participação política deve ser nivelado, abrindo oportunidades para a igualdade.

Fonte: http://www.onumulheres.org.br/areas-tematicas/lideranca-e-participacao/

03/07/2016

Em defesa dos direitos das Mulheres

Na Luta pelos Direitos das Mulheres

década de setenta constituiu um marco para o movimento de mulheres no Brasil, com suas vertentes de movimento feminista, grupos de mulheres pela redemocratização do país e pela melhoria nas condições de vida e de trabalho da população brasileira. Em 1975, comemora-se, em todo o planeta, o Ano Internacional da Mulher e realiza-se a I Conferência Mundial da Mulher, promovida pela Organização das Nações Unidas – ONU, instituindo-se a Década da Mulher.
Em fins dos anos setenta e durante a década de oitenta, o movimento se amplia e se diversifica, adentrando partidos políticos, sindicatos e associações comunitárias. Com a acumulação das discussões e das lutas, o Estado Brasileiro e os governos federal e estaduais reconhecem a especificidade da condição feminina, acolhendo propostas do movimento na Constituição Federal e na elaboração de políticas públicas voltadas para o enfrentamento e superação das privações, discriminações e opressões vivenciadas pelas mulheres.
Como exemplo, destaca-se a criação dos Conselhos dos Direitos da Mulher, das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, de programas específicos de Saúde integral e de prevenção e atendimento às vítimas de Violência Sexual e Doméstica.
Nos anos noventa, amplia-se o movimento social de mulheres e surgem inúmeras organizações não-governamentais (ONGs). Além de uma diversidade e pluralidade de projetos, estratégias, temáticas e formas organizacionais, consiata-se a profissionalização/especialização dessas ONGs.
Também nesta década, consolidam-se novas formas de estruturação e de mobilização, embasadas na criação de redes/ articulações setoriais, regionais e nacionais, a exemplo da Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB, da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos – RedeSaúde e de articulações de trabalhadoras rurais e urbanas, pesquisadoras, religiosas, negras, lésbicas, entre outras.
Paralelamente, são desencadeadas campanhas como "Mulheres Sem Medo do Poder", visando estimular e apoiar a participação política das mulheres nas eleições municipais de 1996; "Pela Vida das Mulheres", visando manter o direito ao aborto nos casos previstos no Código Penal Brasileiro (risco de vida da mãe e gravidez resultante de estupro); "Pela Regulamentação do Atendimento dos Casos de Aborto Previstos em Lei, na Rede Pública de Saúde"; e "Direitos Humanos das Mulheres", por ocasião da comemoração dos 50 anos da assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos, visando incorporara história das mulheres.
Nessa década, o movimento aprofunda a interlocução com o Legislativo e o Executivo – e, em menor medida, com o Judiciário -, tanto no sentido da regulamentação de dispositivos constitucionais, quanto no sentido da implementação de políticas públicas que levem em conta a situação das mulheres e perspectiva de eqüidade nas relações de gênero.
As mulheres brasileiras, enquanto integrantes e representantes de organizações do movimento de mulheres, estão articuladas e sintonizadas com o movimento de mulheres internacional, particularmente o Latino-americano e do Caribe, O Movimento de Mulheres participou e contribuiu nos grandes fóruns internacionais, a exemplo das Conferências Mundiais da ONU – sobre Direitos Humanos (Viena-1993), População e Desenvolvimento (Cairo- 1994) e Mulher, Igualdade, Desenvolvimento e Paz (Beijing – 1995) – e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher (Belém do Pará – 1994), da Organização dos Estados Americanos – OEA.


Fonte: http://www.redemulher.org.br/luta.htm

21/06/2016

PAZ NAS ESCOLAS




Projeto promove cultura de paz nas escolas


O programa pela “Paz nas Escolas”, foi implantado pela SMEC  no ano de 2015. O primeiro objetivo é manter os educadores em sintonia com as necessidades dos problemas sociais, inserindo a temática da não violência ao currículo e transformando, efetivamente, a escola numa ferramenta capaz de apontar caminhos para a construção da paz na sociedade. 
O programa distribuiu “Kits de Paz” para as Escolas, composto por mídias digitais e livros para uso da instituição e do profissional da educação a fim de “desenvolver em primeira instância uma campanha de alfabetização em cultura de Paz, que acontece simultaneamente entre professores, alunos e diretores de escolas que produzem o impacto da mudança de percepção nas estruturas educacionais”. Os conteúdos aproximam várias pedagogias, que interagem com culturas do oriente e ocidente e que se integram em uma síntese que foi denominada de Educação pela Paz.
   

16/06/2016

A lenda do lago congelado



Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
– Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
– Pode nos dizer como?
– É simples: – respondeu o velho. Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.
Jamais desistam de algum sonho, alguma meta por existirem pessoas lhe dizendo que isso não é possível, que não é para você. Se o seu ser e seu coração acreditam que você pode chegar a esse objetivo vá em busca disso, lute com todas as forças e tenha certeza que alcançará tudo que desejar.
Lembre-se sempre que você é capaz!

lago-congelado

14/06/2016

Notícias sobre a Inlcusão

STF PROÍBE ESCOLAS DE NEGAR VAGA OU COBRAR A MAIS DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última quinta-feira (9) validar normas do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). A lei entrou em vigor em janeiro deste ano e proíbe escolas particulares de recusar matrículas e cobrar valores adicionais nas mensalidades de pessoas com deficiência.
De acordo com o relator da ação, ministro Edson Fachin, as instituições de ensino não podem escolher os alunos que serão matriculados e nem segregar alunos com deficiência. O voto do relator foi acompanhado pelos demais ministros, exceto pelo ministro Marco Aurélio.
“A Lei 13.146 parece justamente assumir esse compromisso ético de acolhimento, quando exige que não só apenas as escolas públicas, mas também as particulares, deverão pautar sua atuação educacional a partir de todas as facetas e potencialidades que o direito fundamental à educação possui”, argumentou Fachin.
Para a presidente da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi), Ester Pacheco, o papel da escola é acolher a diversidade, é incluir, é mostrar às novas gerações a importância de cada indivíduo e seu papel na sociedade. “Negar vaga ou cobrar a mais de alunos com deficiência é incoerente com os princípios educacionais, que é formar bons cidadãos e orientá-los a conviver com as diferenças”, acrescentou.
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. O capítulo IV, art. 27 afirma “a educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem”.


Enquanto Houver Sol - Titãs




Enquanto Houver Sol
Titãs


Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida

Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós
Algo de uma criança

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando
Que se faz o caminho

Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós
Aonde Deus colocou

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

21/05/2016

Chegada da Tocha Olímpica na Bahia proporciona aula de cidadania


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A Tocha Olímpica veio conhecer a Bahia e chegou primeiro em Teixeira de Freitas. 
Recebemos esse ícone da confraternização entre os povos nesta quinta-feira, 19 de maio. Saindo dos muros das escolas a rede municipal de ensino proporcionou uma aula de cidadania em continuidade ao processo de aprendizagem.



Levados a participar do evento olímpico, que contou com muita cultura e entretenimento por todo o percurso da passagem da Tocha, estiveram presentes aproximadamente 45 mil pessoas.

Uma megaoperação foi montada pela Secretaria de Educação e Cultura e administradores escolares que não mediram esforços para que os estudantes participassem deste momento histórico, estando as unidades de ensino presentes em diferentes trechos da passagem do fogo olímpico.

Parabéns a todos os pais, alunos e educadores que acreditaram nesta aula de cidadania, integração e hospitalidade entre os povos.

Adaptado de http://educacao.teixeiradefreitas.ba.gov.br/chegada-da-tocha-olimpica-proporciona-aula-de-cidadania/

17/05/2016

Sobre crianças transportadas em moto


             

Mortes de crianças transportadas em moto, no Brasil, chegou a 439 casos em apenas 07 anos


DPVAT contabilizou crianças de 0 a 10 anos; 8.103 ficaram inválidas.
Proibidos de irem na garupa, menores de 7 anos representam 60%.

O número de crianças de 0 a 10 anos mortas em acidentes de motos ao serem levadas na garupa chegou a 439 casos em 7 anos, aponta a Seguradora Líder, responsável pelo seguro DPVAT.
Resultado de imagem para criancas transportadas em motoResultado de imagem para criancas transportadas em motoDe acordo com o levantamento, feito de setembro de 2008 a agosto de 2015, um total de 8.103 crianças dessa faixa etária ficaram inválidas por este tipo de acidente.
No Brasil, é proibido levar na garupa crianças menores de 7 anos e, mesmo assim, o relatório aponta que 60% das indenizações pagas nesses casos, um total de 8.542 no período, foram e esta faixa etária.

A infração é gravíssima, passível de multa e da suspensão do direito de conduzir. Dados de setembro de 2014 a agosto de 2015 mostram 40 mortes para crianças de 0 a 10 anos transportadas na garupa, mas, segundo a entidade, o número deverá crescer, já que existem solicitações de indenizações pendentes.
O período que registrou mais mortes do tipo foi de setembro de 2012 a agosto de 2013, com 84 ocorrências.
Mortes de crianças na garupa
Nos últimos 7 anos
AnoMortes44507472847540Set/08-Ago/09Set/09-AGo/10Set/10-Ago/11Set/11-Ago/12Set/12-Ago/13Set/13-Ago/14Set/14-Ago/150100255075
*Dados do último ano ainda podem ser atualizados
" A vida é uma lousa, em que o destino,
para escrever um novo caso, precisa de
apagar o caso escrito. "





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