05/07/2016

A participação das mulheres nos espaços de poder e tomada de decisão



Em escala global, regional e local, a liderança das mulheres e sua participação política estão comprometidas. As mulheres estão sub-representadas como eleitoras e em posições de liderança , seja em cargos eletivos , de serviços públicos, no setor privado ou na academia. Isso ocorre apesar de suas habilidades comprovadas como líderes e agentes de mudança, e de seu direito de participar igualmente na governança democrática.    
As mulheres enfrentam dois tipos de obstáculos à participação na vida política. Os obstáculos estruturais, por meio de leis e instituições discriminatórias, ainda limitam as opções das mulheres de votar ou concorrer a um cargo. Em linhas gerais, o imaginário determina lacunas de capacidade que significam que as mulheres são menos prováveis ​​do que homens de ter a educação, os contatos e os recursos necessários para se tornarem líderes eficazes. 
Como destaca a Resolução de 2011 sobre participação política das mulheres da Assembleia Geral da ONU, “mulheres em todas as partes do mundo continuam a ser marginalizadas na esfera política, muitas vezes como resultado de leis discriminatórias, práticas, atitudes e estereótipos de gênero, baixos níveis de educação, falta de acesso à saúde e também pelo efeito desproporcional da pobreza nas mulheres ” .
Individualmente, algumas mulheres têm superado esses obstáculos com grande sucesso, e muitas vezes para o benefício da sociedade em geral. Entretanto, para as mulheres como um todo, o acesso à liderança e participação política deve ser nivelado, abrindo oportunidades para a igualdade.

Fonte: http://www.onumulheres.org.br/areas-tematicas/lideranca-e-participacao/

03/07/2016

Em defesa dos direitos das Mulheres

Na Luta pelos Direitos das Mulheres

década de setenta constituiu um marco para o movimento de mulheres no Brasil, com suas vertentes de movimento feminista, grupos de mulheres pela redemocratização do país e pela melhoria nas condições de vida e de trabalho da população brasileira. Em 1975, comemora-se, em todo o planeta, o Ano Internacional da Mulher e realiza-se a I Conferência Mundial da Mulher, promovida pela Organização das Nações Unidas – ONU, instituindo-se a Década da Mulher.
Em fins dos anos setenta e durante a década de oitenta, o movimento se amplia e se diversifica, adentrando partidos políticos, sindicatos e associações comunitárias. Com a acumulação das discussões e das lutas, o Estado Brasileiro e os governos federal e estaduais reconhecem a especificidade da condição feminina, acolhendo propostas do movimento na Constituição Federal e na elaboração de políticas públicas voltadas para o enfrentamento e superação das privações, discriminações e opressões vivenciadas pelas mulheres.
Como exemplo, destaca-se a criação dos Conselhos dos Direitos da Mulher, das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, de programas específicos de Saúde integral e de prevenção e atendimento às vítimas de Violência Sexual e Doméstica.
Nos anos noventa, amplia-se o movimento social de mulheres e surgem inúmeras organizações não-governamentais (ONGs). Além de uma diversidade e pluralidade de projetos, estratégias, temáticas e formas organizacionais, consiata-se a profissionalização/especialização dessas ONGs.
Também nesta década, consolidam-se novas formas de estruturação e de mobilização, embasadas na criação de redes/ articulações setoriais, regionais e nacionais, a exemplo da Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB, da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos – RedeSaúde e de articulações de trabalhadoras rurais e urbanas, pesquisadoras, religiosas, negras, lésbicas, entre outras.
Paralelamente, são desencadeadas campanhas como "Mulheres Sem Medo do Poder", visando estimular e apoiar a participação política das mulheres nas eleições municipais de 1996; "Pela Vida das Mulheres", visando manter o direito ao aborto nos casos previstos no Código Penal Brasileiro (risco de vida da mãe e gravidez resultante de estupro); "Pela Regulamentação do Atendimento dos Casos de Aborto Previstos em Lei, na Rede Pública de Saúde"; e "Direitos Humanos das Mulheres", por ocasião da comemoração dos 50 anos da assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos, visando incorporara história das mulheres.
Nessa década, o movimento aprofunda a interlocução com o Legislativo e o Executivo – e, em menor medida, com o Judiciário -, tanto no sentido da regulamentação de dispositivos constitucionais, quanto no sentido da implementação de políticas públicas que levem em conta a situação das mulheres e perspectiva de eqüidade nas relações de gênero.
As mulheres brasileiras, enquanto integrantes e representantes de organizações do movimento de mulheres, estão articuladas e sintonizadas com o movimento de mulheres internacional, particularmente o Latino-americano e do Caribe, O Movimento de Mulheres participou e contribuiu nos grandes fóruns internacionais, a exemplo das Conferências Mundiais da ONU – sobre Direitos Humanos (Viena-1993), População e Desenvolvimento (Cairo- 1994) e Mulher, Igualdade, Desenvolvimento e Paz (Beijing – 1995) – e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher (Belém do Pará – 1994), da Organização dos Estados Americanos – OEA.


Fonte: http://www.redemulher.org.br/luta.htm

21/06/2016

PAZ NAS ESCOLAS




Projeto promove cultura de paz nas escolas


O programa pela “Paz nas Escolas”, foi implantado pela SMEC  no ano de 2015. O primeiro objetivo é manter os educadores em sintonia com as necessidades dos problemas sociais, inserindo a temática da não violência ao currículo e transformando, efetivamente, a escola numa ferramenta capaz de apontar caminhos para a construção da paz na sociedade. 
O programa distribuiu “Kits de Paz” para as Escolas, composto por mídias digitais e livros para uso da instituição e do profissional da educação a fim de “desenvolver em primeira instância uma campanha de alfabetização em cultura de Paz, que acontece simultaneamente entre professores, alunos e diretores de escolas que produzem o impacto da mudança de percepção nas estruturas educacionais”. Os conteúdos aproximam várias pedagogias, que interagem com culturas do oriente e ocidente e que se integram em uma síntese que foi denominada de Educação pela Paz.
   

16/06/2016

A lenda do lago congelado



Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
– Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
– Pode nos dizer como?
– É simples: – respondeu o velho. Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.
Jamais desistam de algum sonho, alguma meta por existirem pessoas lhe dizendo que isso não é possível, que não é para você. Se o seu ser e seu coração acreditam que você pode chegar a esse objetivo vá em busca disso, lute com todas as forças e tenha certeza que alcançará tudo que desejar.
Lembre-se sempre que você é capaz!

lago-congelado

14/06/2016

Notícias sobre a Inlcusão

STF PROÍBE ESCOLAS DE NEGAR VAGA OU COBRAR A MAIS DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última quinta-feira (9) validar normas do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). A lei entrou em vigor em janeiro deste ano e proíbe escolas particulares de recusar matrículas e cobrar valores adicionais nas mensalidades de pessoas com deficiência.
De acordo com o relator da ação, ministro Edson Fachin, as instituições de ensino não podem escolher os alunos que serão matriculados e nem segregar alunos com deficiência. O voto do relator foi acompanhado pelos demais ministros, exceto pelo ministro Marco Aurélio.
“A Lei 13.146 parece justamente assumir esse compromisso ético de acolhimento, quando exige que não só apenas as escolas públicas, mas também as particulares, deverão pautar sua atuação educacional a partir de todas as facetas e potencialidades que o direito fundamental à educação possui”, argumentou Fachin.
Para a presidente da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi), Ester Pacheco, o papel da escola é acolher a diversidade, é incluir, é mostrar às novas gerações a importância de cada indivíduo e seu papel na sociedade. “Negar vaga ou cobrar a mais de alunos com deficiência é incoerente com os princípios educacionais, que é formar bons cidadãos e orientá-los a conviver com as diferenças”, acrescentou.
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. O capítulo IV, art. 27 afirma “a educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem”.


Enquanto Houver Sol - Titãs




Enquanto Houver Sol
Titãs


Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida

Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós
Algo de uma criança

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando
Que se faz o caminho

Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós
Aonde Deus colocou

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol

21/05/2016

Chegada da Tocha Olímpica na Bahia proporciona aula de cidadania


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A Tocha Olímpica veio conhecer a Bahia e chegou primeiro em Teixeira de Freitas. 
Recebemos esse ícone da confraternização entre os povos nesta quinta-feira, 19 de maio. Saindo dos muros das escolas a rede municipal de ensino proporcionou uma aula de cidadania em continuidade ao processo de aprendizagem.



Levados a participar do evento olímpico, que contou com muita cultura e entretenimento por todo o percurso da passagem da Tocha, estiveram presentes aproximadamente 45 mil pessoas.

Uma megaoperação foi montada pela Secretaria de Educação e Cultura e administradores escolares que não mediram esforços para que os estudantes participassem deste momento histórico, estando as unidades de ensino presentes em diferentes trechos da passagem do fogo olímpico.

Parabéns a todos os pais, alunos e educadores que acreditaram nesta aula de cidadania, integração e hospitalidade entre os povos.

Adaptado de http://educacao.teixeiradefreitas.ba.gov.br/chegada-da-tocha-olimpica-proporciona-aula-de-cidadania/

17/05/2016

Sobre crianças transportadas em moto


             

Mortes de crianças transportadas em moto, no Brasil, chegou a 439 casos em apenas 07 anos


DPVAT contabilizou crianças de 0 a 10 anos; 8.103 ficaram inválidas.
Proibidos de irem na garupa, menores de 7 anos representam 60%.

O número de crianças de 0 a 10 anos mortas em acidentes de motos ao serem levadas na garupa chegou a 439 casos em 7 anos, aponta a Seguradora Líder, responsável pelo seguro DPVAT.
Resultado de imagem para criancas transportadas em motoResultado de imagem para criancas transportadas em motoDe acordo com o levantamento, feito de setembro de 2008 a agosto de 2015, um total de 8.103 crianças dessa faixa etária ficaram inválidas por este tipo de acidente.
No Brasil, é proibido levar na garupa crianças menores de 7 anos e, mesmo assim, o relatório aponta que 60% das indenizações pagas nesses casos, um total de 8.542 no período, foram e esta faixa etária.

A infração é gravíssima, passível de multa e da suspensão do direito de conduzir. Dados de setembro de 2014 a agosto de 2015 mostram 40 mortes para crianças de 0 a 10 anos transportadas na garupa, mas, segundo a entidade, o número deverá crescer, já que existem solicitações de indenizações pendentes.
O período que registrou mais mortes do tipo foi de setembro de 2012 a agosto de 2013, com 84 ocorrências.
Mortes de crianças na garupa
Nos últimos 7 anos
AnoMortes44507472847540Set/08-Ago/09Set/09-AGo/10Set/10-Ago/11Set/11-Ago/12Set/12-Ago/13Set/13-Ago/14Set/14-Ago/150100255075
*Dados do último ano ainda podem ser atualizados

29/04/2016

5 passos para prevenir gripe H1N1


Médicos infectologistas da Sociedade Brasileira de Infectologia fazem um alerta sobre os cinco principais passos para se proteger contra o contágio pelo vírus InfluenzaH1N1. A vacinação e uma atenta higienização das mãos são fundamentais para se proteger contra a doença, mas cuidados com o sono e a alimentação também pesam na prevenção.

Conheça os cinco passos mais importantes da prevenção contra H1N1:
1º passo: Não deixe de se vacinar contra o vírus H1N1. A vacina será disponibilizada pelo SUS em abril para os grupos com risco de maior complicação como o dos idosos, crianças de seis meses a 5 anos, gestantes, puérperas (que acabaram de dar à luz), portadores de doenças crônicas, funcionários do sistema prisional e da área da saúde. Para quem não está nos grupos de risco, é possível tomar a vacina na rede particular;
2º passo: Evite o contato com as pessoas com a gripe H1N1, como abraço, beijo e aperto de mão. Em ambientes fechados, procure deixar as janelas abertas para que haja circulação do ar;
3º passo: Lave muito bem as mãos com água e sabão (inclusive entre os dedos, nos pulsos e por dentro das unhas) e utilize álcool gel para uma higienização completa. Se não for possível, faça pelo menos um dos dois procedimentos;
4º passo: Se segurar em lugares públicos como maçanetas, corrimãos, apoios do metrô e dos ônibus, evite levar as mãos até os olhos, nariz e boca enquanto não puder fazer nova higienização;
5º passo: Evite estresse, ansiedade, má alimentação, dormir pouco, beber e usar drogas. Isso enfraquece o sistema imunológico e deixa o organismo ainda mais exposto ao vírus.




28/04/2016

#ZIKAZERO

Escolas do interior dão exemplo de mobilização contra mosquito


Os alunos da Escola Municipal de Marechal Rondon, no município de Carpina, Pernambuco, tiveram uma atividade especial nos últimos dias. A aula foi dada no pátio da escola, com pneus e tampinhas de garrafa. A lição, aprender como evitar acúmulo de água nesses objetos e identificar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti. A ação fez parte da Semana de Mobilização da Família e Comunidade na Escola pelo combate ao Aedes aegypti e o Zika, realizada em todo país por sugestão do Ministério da Educação.
Segundo a diretora, Maria Sione de Moraes, “esse projeto não pode parar. Precisamos mudar a realidade assustadora causada por esse mosquito”. A escola também realizou outras iniciativas, como passeatas, produção de textos, vídeos, cartazes e atividades extraclasse, envolvendo as crianças da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental.
Carpina mobilizou cerca de 8 mil alunos, matriculados nas 28 escolas municipais. O secretário de Educação, Tonil Carlos Deodado da Silva, lembra que a mobilização teve início, em outubro de 2015, com a participação do município no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) do MEC. “Para a temática estar envolvida em todas as atividades da escola, nossas professoras foram orientadas a abordar o tema do mosquito de forma transversal em sala de aula”, acrescentou. De acordo com Tonil, outras atividades estão previstas para dar continuidade às parcerias entre as secretarias de educação e saúde da cidade.
O coordenador-geral de jovens e adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Marco Maia, visitou as cinco escolas pioneiras no projeto. Segundo ele, além das questões que envolvem o combate ao mosquito, está sendo feita uma reflexão sobre hábitos para uma vida saudável.
“O problema epidêmico na cidade é sério. Ao enfrentar isso, a comunidade desenvolve conhecimentos significativos para o combate a outras doenças, como a cólera”, comenta o coordenador. Assuntos ligados à sustentabilidade, como a destinação dos resíduos sólidos, a necessidade do abastecimento adequado e de saneamento básico, também tiveram destaque nas ações das escolas com as comunidades.

Na escola Marechal Rondon, os alunos aprenderam a evitar acúmulo de água em pneus e tapinhas e a identificar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti (foto: arquivo da Escola Marechal Rondon)
" A vida é uma lousa, em que o destino,
para escrever um novo caso, precisa de
apagar o caso escrito. "





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